Saiu na SuperVarejo: Brasileiros impulsionam mercado de orgânicos no Brasil

FLV

A busca pela alimentação saudável está em alta no Brasil e já deixou de ser tendência para se tornar realidade. Junto com o bem-estar, a saudabilidade forma a dupla de prioridades que conduz os hábitos alimentares globais, conforme constatação do relatório Eat, Drink & Be Healthy – estudo elaborado pela Kantar Worldpanel, que, além do Brasil, analisou outros mercados (Reino Unido, Espanha, México, Portugal, China Continental, França e EUA).

Dentro desse cenário, há um grupo de produtos que ganha cada vez mais destaque: os orgânicos. Entre outras características, esses itens são conhecidos por seguir uma série de pré-requisitos que compreendem iniciativas desde a plantação (ou da matéria-prima, no caso dos processados), considerando o respeito ao meio ambiente, dispensando o uso de agrotóxicos ou qualquer outra substância que venha causar danos à saúde das pessoas, além de garantir a qualidade do alimento.

Uma parcela importante da população urbana é consumidora desses produtos no país. A informação é da primeira edição da Pesquisa Nacional de Consumo de Orgânicos no Brasil, lançada pelo Organis (como é conhecido o Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável), em junho de 2017, que identificou que 15% dos brasileiros compram esses alimentos com regularidade nas grandes capitais. 

Com o aumento da demanda cresce também o número de produtores. Nos últimos 15 anos, desde a regulamentação dos orgânicos no país, muitas empresas ingressaram nesse mercado, como explica o diretor do Organis, Cobi Cruz. “Em 2011, o Ministério da Agricultura tinha 4 mil unidades produtivas cadastradas, e hoje há mais de 18 mil pro- dutores”, ilustra Cruz.

Dados da empresa de pes- qui-sa Euromonitor Interna- tional ajudam a compreender a evolução desse setor no Brasil. Em 2013, os alimentos frescos orgânicos movimen- taram um total de R$ 4.988 bilhões, enquanto que, em 2017, a cifra avançou para R$ 6.377 bilhões.

Embora menores que o faturamento de produtos frescos, os resultados do consumo de alimentos e bebidas orgânicos também evoluem pelo país orgânicos passou de R$ 88 milhões para R$ 157 milhões, enquanto as bebidas foram de R$ 98 milhões para R$ 145 milhões. As projeções indicam que os faturamentos desses setores devem, respectivamente, avançar para R$ 204 milhões e R$ 175 milhões, em 2023.

Clique Aqui para ler na íntegra!


Tags:


Notícias relacionadas


Últimas Notícias


menu
menu