Confira lista dos itens que mais tiveram variação de preço em 2019 – APAS – Associação Paulista de Supermercados

Confira lista dos itens que mais tiveram variação de preço em 2019


A Associação Paulista de Supermercados (APAS) calculou os itens que mais tiveram variação de preço no ano passado. Os números, de acordo com o Índice de Preços dos Supermercados (IPS), destacaram a proteína animal, o feijão e o chuchu com as maiores altas; já diversos FLV e categorias de biscoitos lideraram os itens que mais registram queda.

No ano, as carnes bovinas tiveram acúmulo de 30,15%, porém, o maior aumento veio na proteína suína, que fechou o ano em 31,43% de inflação. Em dezembro, a fraldinha registrou aumento de 27%, seguida da costela, com 24%, e lagarto, com 19%. Em dezembro, as carnes bovinas subiram 15,66% e os suínos subiram 14,97% – maior crescimento mensal na década para ambos.

Na sequência das proteínas, estão as aves, com aumento de 21,48%, ovos, com 16,15%, e pescados, 2,52%. “Para janeiro, o cenário é otimista. A expectativa da APAS para a proteína bovina é de queda entre 8% e 10% devido à queda no valor da arroba do boi e das exportações para a China”, explica o economista Thiago Berka.

Os produtos industrializados tiveram, em 2019, um aumento de 2,20%, puxados pela alta do adoçante e de produtos derivados de carne. As bebidas tiveram um aumento de 1,75%; artigos de limpeza, 2,47%, e artigos de higiene e beleza, 4,60%

Em 2019, os legumes registraram queda de 16%, puxados pelo tomate, que deflacionou 31%, cenoura, com 24%, e a mandioca, com 15%. No mês de dezembro, o limão registrou queda de 48,26%. Um dos destaques foi o café que, devido à ótima safra de 2019, fechou em quase 7% de deflação. Outro destaque para dos preços em queda foram os biscoitos: tanto os de leite (-10,48%), quanto os recheados (-10,12%) tiveram reduções expressivas em 2019.

Em dezembro, o setor de supermercados teve inflação de 2,41% – maior alta desde junho de 2018. Por fim, em 2019 o acumulado foi de 5,7%, acima do teto projetado de 4% para o ano.

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