Reforma da Previdência é entregue ao Senado. APAS continua com campanha de conscientização! - APAS - Associação Paulista de Supermercados

Reforma da Previdência é entregue ao Senado. APAS continua com campanha de conscientização!


A Câmara dos Deputados rejeitou os oito destaques apresentados, como era previsto, e encerrou a votação da reforma da Previdência em segundo turno, com a aprovação do texto sem alterações.

O texto segue agora para o Senado Federal e também precisa ser apreciado em dois turnos. Ao encerrar a sessão, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), agradeceu o apoio de todos os partidos na construção e na aprovação da reforma. “Ninguém chega a um resultado desses sozinho”, disse. Maia disse, ainda, que estados e capitalização podem ser incluídos na reforma pelo Senado.

O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), afirmou nesta quinta-feira (08), que uma proposta paralela à da reforma da Previdência, apelidada de “PEC paralela”, deve tramitar na Casa para tratar da aposentadoria de servidores dos estados e municípios. Segundo ele, porém, a capitalização não deve entrar nesse texto. “Não é um assunto (capitalização) que está em voga, mas se algum senador levantar vamos discutir”, afirmou, ao chegar ao Senado.

Entrega da proposta
Ainda nesta quinta, Alcolumbre recebeu a proposta da reforma da Previdência de Maia, no gabinete da Presidência do Senado. “O Parlamento, a partir desta medida, se consolida como instituição forte e pilar da democracia”, disse o senador.

Em seguida, ele dirigiu-se ao plenário para abrir a sessão e dar início à tramitação da proposta no Senado. Alcolumbre encaminhou o texto para análise da CCJ, sob o comando da senadora Simone Tebet (MDB-MS), e oficializou Tasso Jereissati (PSDB-CE) como relator do texto na comissão.

Apesar da votação expressiva na Camara, Alcolumbre declarou que a reforma não é um tema simples. Segundo ele, foi necessário que os parlamentares entendessem a necessidade de equilibrar as contas públicas e garantir a aposentados das gerações futuras. “Previdência não é um assunto popular. É mexer com a vida das pessoas”, disse.

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Fonte: Redação com informações do UOL


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