Retrospectiva 2017: APAS foi destaque na TV Globo ao comentar o aumento do combustível – APAS – Associação Paulista de Supermercados

Retrospectiva 2017: APAS foi destaque na TV Globo ao comentar o aumento do combustível


Com o objetivo de cumprir a meta fiscal e recuperar a arrecadação, o presidente Michel Temer assinou, em 2017, Decreto para aumentar as alíquotas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre os combustíveis:

De R$ 0,3816 para R$ 0,7925 para o litro da gasolina;

– De R$ 0,2480 para R$ 0,4615 para o diesel nas refinarias;

– Para o litro do etanol, a alíquota passará de R$ 0,12 para R$ 0,1309 para o produtor;

– Para o distribuidor, a alíquota, atualmente zerada, aumentará para R$ 0,1964.

Na opinião da APAS, o aumento de impostos nunca será a solução para a maior arrecadação e, sim, a gestão eficiente do dinheiro público. Neste contexto, a Associação emitiu nota à imprensa, que foi destaque no Programa Bom dia Brasil, da TV Globo. A Associação destacou que a medida do Governo afeta diretamente os preços nos supermercados, já que os bens e produtos comercializados no Brasil são dependentes da distribuição e do transporte.

“Dada à realidade da matriz de transportes no Brasil, em especial de alimentos e bebidas, que é primordialmente rodoviária, os custos de combustível têm impacto direto, refletindo nos supermercados”, dizia um trecho da nota da APAS.

Confira a íntegra da reportagem do Bom Dia Brasil, que entrevistou o supermercadista e vice-diretor da APAS Distrital São Paulo, Toninho de Sousa.

http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/videos/t/edicoes/v/aumento-de-imposto-do-combustivel-vai-fazer-inflacao-subir/6022624/

Nota da APAS na íntegra

Para a APAS – Associação Paulista de Supermercados, diante da decisão do governo federal de aumento dos impostos, em especial o PIS Cofins que incide sobre a gasolina, esta medida se traduzirá em elevação dos custos de transporte no Brasil, com reflexos em diversos bens e produtos comercializados, incluindo o preço dos alimentos. Isto porque estas alterações afetam, de forma generalizada, a economia. Mas não deve se  prolongar, tendo elevação temporária. Outro ponto de destaque, é que nos últimos meses houve desaceleração e até queda nos preços dos combustíveis.

Portanto, este aumento atual deve compensar as quedas anteriores. No entanto, é importante ressaltar que isto afeta diretamente os preços nos supermercados, já que os bens e produtos comercializados no Brasil são  dependentes da distribuição e do transporte. Dada a realidade da matriz de transportes no Brasil, em especial de alimentos e bebidas, que é primordialmente rodoviária, os custos de combustível tem impacto direto, refletindo nos supermercados.

O governo federal entende que a partir de uma inflação mais controlada ao longo dos últimos 12 meses, e diante da deflação em meses recentes, a elevação dos impostos neste momento não afetará de maneira expressiva a inflação. No entanto, qualquer alteração em um preço tão importante para a economia, com certeza afetará os custos de transportes. O consumidor deverá  pesquisar os preços e as marcas nos supermercados, em busca de valores mais competitivos.

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