Vendas nos supermercados paulistas crescem 3% em agosto - APAS - Associação Paulista de Supermercados

Vendas nos supermercados paulistas crescem 3% em agosto


Interior cresce mais do que o dobro da média estadual; Grande SP tem nova queda

Em agosto, o aumento nas vendas de 0,38% teve um efeito positivo no quesito de volume de vendas crescendo 3,18%, aponta o levantamento APAS. Isso significa que o consumidor paulista comprou mais produtos quando comparado ao mesmo período do ano passado. Acompanhando esse índice, o ticket médio subiu 0,94%. Os números mostram que a inflação está contida e a economia ainda pode ser considerada fraca.

O faturamento real dos supermercados no Estado de São Paulo (deflacionado pelo IPS/FIPE), no conceito de mesmas lojas – que considera as unidades em operação no tempo mínimo de 12 meses – fechou o acumulado até agosto de 2019 em relação à 2018 com aumento de 0,48%, o que representa uma reação após quatro meses de quedas. Na comparação do período entre 2018 e 2019, o crescimento foi de 3,14%, segundo melhor resultado de 2019.

Enquanto as vendas reais no interior do estado sobem 7,71%, a Grande SP conta com queda de 3,40%. Dos 8 meses do ano, em apenas dois a Grande São Paulo conseguiu crescer se comparado ao mesmo período do ano passado. A média do estado fica em 3,14%. O destaque fica para a região de Campinas que vendeu 2,13% a mais quando comparado com agosto de 2018.

Em agosto, o varejo alimentar do Estado de São Paulo criou 1.239 vagas de empregos. O número mensal levantado pela APAS desde janeiro representa o melhor resultado do varejo alimentar paulista desde 2015. O número é 3.501% maior se comparado ao mesmo período de 2018.

Em agosto, a APAS revisou sua expectativa de vendas em 2019 no setor do estado para até 1,3%. A expectativa anterior era de crescimento entre 2,7% e 3%. Este crescimento é menor que o dos últimos dois anos, quando o setor cresceu pouco mais de 2%, porém acima do PIB.

Apesar de tímida é previsto que a Semana do Brasil traga números melhores em outubro, quando se inicia o último trimestre de 2019. Somado a data poderemos notar no mercado os efeitos da aprovação da reforma da Previdência, o resgate do FGTS, Black Friday e Natal.

Fonte: APAS/FIA

Fonte: APAS/FIA


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